Sábado, Julho 25, 2009

Intelecto e Conservação da Vida

      Há milhares de anos, o ser humano, ciente das vantagens que teria em se relacionar com outros indivíduos da mesma espécie, passou a constituir o que, mais tarde, foi denominado sociedade. Com o crescimento e desenvolvimento de tais estruturas sociais, ficou cada vez mais difícil estabelecer uma ordem e um padrão do comportamento humano.
      As ramificações do relacionamento dos homo sapiens, impostas pela distribuição destes indivíduos ao redor do planeta, resultaram, posteriormente, nas mais diversas formas de organização interna, nem sempre sistemáticas ou de acordo com a vontade da maior parte daqueles que a compunham. A tortura, a condenação à morte, as perseguições religiosas e as prisões sem julgamento foram marcas de quase todas as civilizações.
      Ainda que nós, seres humanos, tenhamos nos desenvolvido muito em relação a nossos ancestrais, uma grande quantidade de comportamentos permaneceu até os dias de hoje. Nossos hábitos, vestimentas, idiomas e posses podem ter mudado; por outro lado, nossos cérebros ainda trabalham, pensam, processam e entendem ações, mensagens e informações – inclusive respondendo aos mesmos instintos, problemas e objetivos básicos – praticamente como antes.
      Será mesmo que a espécie que se auto-denomina "mais inteligente" possui fundamentos para tanto? O critério mais importante de uma avaliação - seja qual for - não é a imparcialidade? Quando fazemos um exame, por exemplo, somos avaliados por outrem, de modo que não possamos dar, a nós mesmos, a nota que quisermos. Contudo, quando se trata de medir a inteligência das espécies, a imparcilidade parece ser deixada de lado: seres humanos dão o título de mais capazes de pensar a si mesmos. E se cada espécie acreditasse que é a mais inteligente?
      Muitos de nós elevam-se a um patamar superior em releção aos outros seres vivos, como se tivéssemos atributos significativamente mais desenvolvidos. O curioso, porém, é que são os seres humanos os únicos animais - sim, animais como tantos outros - cujo desenvolvimento implica a destruição do próprio meio em que habitam. Se considerarmos, portanto, que a "conservação da espécie" seja a primeira e mais simplória definição de inteligência, certamente estamos muito aquém de inúmeras bactérias.

Atônito, e em Silêncio

      Que vergonha postar aqui hoje, depois de o quê... MAIS DE UM ANO?! Pulemos o formalismo, nada de "desculpas". Entre uns cliques e umas roídas de unha (blargh!), cá estou filosofando... E, por falar em filosofar, lembro-me de um episódio recente que aconteceu justamente em uma aula de Bioética, ministrada por meu professor de Filosofia, no curso de férias da faculdade.
      A faculdade onde estudo, oferece cursos de férias para que os alunos aprimorem seu conhecimento, e, conseqüentemente, cumpram a carga horária necessária para se formarem. Há muitos cursos interessantes, confesso, e fiquei na dúvida quando a lista de opções foi liberada. Ainda que muitos sejam bons, é verdade que alguns se destacam, seja pela qualidade superior, ou pela curiosidade (lê-se desespero) dos alunos; entre eles, estão Oratória e Vestígios em Locais de Crimes - cursos cujas vagas esgotam em questão de meia hora. Ambos devem ser fascinantes, mas não sei se para mim: quanto ao curso de Oratória, nunca tive dificuldades para falar em público, desde que saiba sobre o que estou falando; já em relação ao curso de Vestígios em Locais de Crimes, oras, sou fã de CSI desde a primeira temporada, não creio que seja vantajoso acordar cedo para ver algo que já sei...
      Escolhi o curso de Bioética pelo fascínio que tenho por questões polêmicas; em tese, debateríamos assuntos como aborto, células-tronco, clonagem, entre outros. Eu digo "em tese", e faço questão de destacar essa expressão, porque nosso foco durante as aulas foi outro infelizmente: ficamos todos "indo e vindo" em nossa linha do tempo imaginária, enquanto o professor citava mais e mais pessoas incríveis, quer ligadas à Filosofia, quer relacionadas às ciências biológicas; foram poucos - e desastrosos - os momentos em que alguém, além do professor, falou. Aqueles que se arriscaram disseram coisas como "a evolução dos animais ocorre de acordo com a vontade dos homens"; sim, o dono dessa frase exemplificou sua teoria demonstrando que os lobos se transformaram - no maior estilo Pokémon - em cachorros, para que os seres humanos protegessem suas lavouras, de possíveis predadores.
      Mais preocupante do que ouvir frases sem qualquer comprovação empírica é presenciar manifestações absurdas de opinião e juízos de valores. Nos cinco dias de duração do curso - de segunda a sexta-feira, mais exatamente -, tive(mos) que aturar os comentários mais desnecessários da face da terra. Uma colega que até então eu não conhecia conseguiu ultrapassar todas as barreiras do "tolerável", chamando seres humanos de retardados por quererem trocar a cor dos olhos. Ela conseguiu ir além, e chamou albinos, anões e homossexuais de "aberrações" (sic) da natureza. A atitude dela, é claro, rendeu uma discussão que acabou sendo contida pelo professor; mas todos já estávamos perplexos, ainda que não pudéssemos reagir...
      Quanto tempo vai levar para que todos entendam o quão sujo o preconceito é? Até quando veremos pessoas humilhando as outras por suas "diferenças", se ninguém consegue chegar a um conceito preciso de diferença? Em que momento os pais vão perceber que não devem passar, para seus filhos, o preconceito que têm? Quantos mais sofrerão por não serem aceitos da forma que são?
      Talvez seja o horário, talvez seja a playlist melancólica que estou ouvindo neste momento... enfim, só sei que não consigo concluir o que comecei, não sou capaz de solucionar as perguntas que eu mesmo fiz. Termino esse post da mesma forma que me senti quando vi, pessoalmente, a manifestação de preconceito mais assustadora da minha vida: atônito, e em silêncio.

Sexta-feira, Julho 24, 2009

Reticência Minha

HÁ QUANTO TEMPO NÃO POSTO AQUI!

Não tenho o que dizer, não há possibilidade de desculpas, a falha foi minha. Retornei, seja pela saudade do blog, seja pelo tédio do fim das férias (motivo mais convincente, ao meu ver).

Tanta coisa mudou nesse intervalo de mais de um ano: terminei o ensino médio, comecei a faculdade, fiz novos amigos (sem me esquecer dos velhos, eu espero!), mudei em alguns comportamentos, amadureci conceitos e opiniões...

Hoje, com 18 anos, curso Direito e tenho objetivos (talvez) maiores do que os de antes. Não quero o inalcansável, é verdade, mas também não quero o mais fácil. Quero muito, quero um pouco de tudo, quero o máximo que eu puder obter daquilo que me cerca.

O mais curioso de tudo, confesso, é que a vontade de escrever não se foi. É fato que hoje me acostumei a escrever bem menos; no entanto, continuo produzindo algumas bobagens randomicamente em meu Twitter, cujas últimas cinco atualizações aparecerão, em tempo real, aqui no canto direito do blog.

Tenho alguns tópicos interessantes para abordar aqui no blog, espero voltar (muito) em breve. Até "daqui a pouco"!

Domingo, Abril 20, 2008

Pequena Pausa...

       Oi, pessoas! Eu devia ter aparecido por aqui logo no dia quando recebi uma indicação e um meme do amigo Vitor, mas, por motivo de força maior (diga-se de passagem, extrair um dente exige muuuita força!), não pude comparecer. Hoje, aproveitando a recuperação sofriiiiida que consiste em comer sorvete, cá estou para mostrar o banner que recebi e responder às perguntas do meme.

Esse blog merece 10?
Adorei o banner, muito "humilde", eu diria.
Ou será apenas uma questão de ótima auto-estima? :D
Bem, agora vamos ao questionário:

1) Por que resolveu criar um blog?
       "Para ser bem sincero, eu juro que não sei explicar. Tenho blogs desde que aprendi a digitar com um dedo, desde os tempos em que eu tinha até dificuldades para pesquisar no Google, digamos assim. Meus blogs evoluíram muito, eram um verdadeiro lixo virtual. Já tive blogs de tudo: pessoal; de fofocas; de fotos (e era um blog!); de templates e tranqueiras para outros blogs; e até de The Sims - sendo que este último me rendeu um bom prêmio. De qualquer forma, tudo o que sempre fiz foi escrever, e já tive problemas com isso: meus amigos não gostavam de acessar meu blog e comentar, porque os posts eram sempre muito grandes e, segundo eles, dava preguiça. Encurtei meus textos? Nada disso: troquei de amigos."

2) O que te dá mais prazer em blogar?
       "A escrita é uma forma de expressão tão sublime que me fascina. Todos somos capazes de escrever, basta praticarmos que adquirimos técnica. Não tem segredo, mas sim vontade e persistência. Os primeiros textos nunca saem como a gente espera, mas uns ajustes aqui e outros acolá e tudo fica teoricamente perfeito. Com o passar do tempo, a prática vai se tornando metódica, ao ponto de que as palavras por si só parecem escapar de nossos dedos."

3) Indique um blog bom e um blog que você não gosta e o porquê.
       "No mundo da Internet, considero 'talento' e 'monopólio' como palavras praticamente opostas, ou seja, há muitos blogs bons espalhados pela rede. Se é para escolher um, vou apostar minhas fichas no blog Minimínimos, que é simplesmente incrível; narrar contos em apenas 200 caracteres é um verdadeiro desafio.
       Embora precisemos conhecer para criticar, fico sem opção quanto a blogs ruins. Existem? Claro, mas não me recordo de nenhum agora. Outro dia li um bem crítico, mas com conteúdo preconceituoso. Se eu me lembrasse do endereço, seria esse."


4) Qual seu tipo de música e quais suas bandas favoritas?
       "Não tenho tipo, nem bandas favoritas. Prezo pela melodia e pela letra. Vou do pop norte-americano ao 'Parabéns da Xuxa', se for preciso. Sou do tipo que repito uma música tão insistentemente até o ponto de não querer mais ouvi-la. Gosto daquilo que dá vontade de cantar no chuveiro."

5) Sobre qual assunto você mais gosta de postar?
       "Sou fã de contos e poesias, mas tem faltado tempo e, conseqüentemente, inspiração. Gosto de dissertações em geral, ou seja, opiniões mais críticas. Em qualquer uma dessas estruturas de texto, acho que meus temas favoritos são morte e comportamento humano, principalmente quando relacionados a conflitos."

6) Seaquinevasseceusavaesqui?
       "Não, tenho péssima coordenação motora, certamente cairia (respondi certo?!)."

7) Você é: casado, solteiro, separado, enrolado, desquitado, chutado, viúvo ou outros?
       "Solteiro; até encontrar a lírica camoniana que completa meu soneto (ficou extremamente clichê, é verdade)."

8) Por que você deu este nome ao seu blog?
       "Primeiro porque nunca encontrei nada mais abstrato do que a linguagem humana; dizemos coisas querendo dizer outras, e às vezes simplesmente dizemos não querendo dizer nada; estamos sempre abstraindo significados de cada palavra dita. Segundo porque sempre fui muito prolixo e fã de dicionários, gosto de sinônimos autênticos."

9) Qual foi o último blog que você visitou?
       "Se não me engano, foi o Minimínimos, e acho que dispenso explicações. ;)"
- - - -

       Gostei das questões. Hoje vou passar o selo e essas perguntas a dois blogs muito criativos e irreverentes! São eles:

- Minimínimos: Recomendadíssimo, blog muito bem feito e extremamente profissional. Minha descrição termina por aqui, não vou me estender em mais que 200 caracteres, assim como blog, haha!

- No princípio, um emaranhado de sentimentos. Agora palavras!: Blog do Raysner d'Paula, de que também gosto muito, seja pela irreverência a qual já fiz menção, seja pelo conteúdo extremamente diversificado de seus textos. ;)

       Por hoje é só. Espero voltar em breve com alguma coisa nova. Agradeço mais uma vez pela indicação, fico muito contente pelos elogios. Vale lembrar que as críticas também são bem-vindas, estejam à vontade. Um grande abraço a todos vocês!

Nota: quem quer que tenha feito o banner, cometeu um errinho ao escrever a palavra "concerteza", que deveria ser escrita separadamente. Quando fazemos algo de que estamos certos, realizamos tal ação "com certeza".

Terça-feira, Abril 15, 2008

Agredindo a Educação

       Foi-se o tempo em que a medieval “palmatória” resolvia completamente os problemas comportamentais de alunos "travessos", bem como a divisão entre estes alunos e aqueles verdadeiramente dedicados. Os métodos educacionais evoluíram muito em poucas décadas, e essa evolução traz, consigo, problemas e incoerências.
       Como a discrepante divisão entre duas classes no meio escolar: aqueles que estudam e aqueles que ensinam. Na infância, os professores costumam ser vistos sim como exemplos, verdadeiros ícones em quem as crianças buscam se espelhar. Porém, com o passar do tempo, tal relacionamento se fragmenta entre os que gostam, odeiam e os que amam, literalmente. E qualquer um destes relacionamentos, quando em excesso, pode ser prejudicial, seja por provocar falta de atenção ou desinteresse e revolta.
       Em alguns países, como os Estados Unidos, estudantes estrangeiros sofrem constantemente com provocações nas escolas devido a suas origens, culturas e quaisquer diferenças de comportamento.
       Especialistas afirmam que a causa para tanta violência oriunda dos alunos seja a inadaptação social, embora muitos outros atestem que tais distúrbios não devam inocentar o adolescente de suas práticas inconseqüentes.
       Portanto, todo e qualquer diálogo com o jovem sobre bons comportamentos na sala de aula é válido. Se há uma boa base, as chances de acontecerem más atitudes como vandalismo, preconceito, violência, agressividade e grosserias serão muito menores, certamente.

Quinta-feira, Abril 10, 2008

Agradecimentos (Super)atrasados

       Como se já não bastasse a minha pouquíssima credibilidade, depois de tantas promessas não realmente cumpridas, resolvi tomar vergonha na cara e agradecer pelos selos que recebi dos amigos Raysner d'Paula e Camila.
       Naquela época, creio que o blog já estivesse às moscas, então fico ainda mais contente por ter recebido tais indicações em um período inesperado. Eu deveria passar adiante, é verdade, mas estou extremamente desatualizado, então preciso ler e encontrar os meus escolhidos... Abaixo vão os selos que recebi:

é um blog muito bom sim senhora! Este blog vale a pena conferir!
- Raysner d'Paula: Muito obrigado pela indicação, fico grato por saber que você gosta do meu blog e que ele não sai da sua cabeça!

Selinho Heart's Blog - Blogando & Andando Esse Blog é Show de Bola Este blog não me sai da cabeça! Diz que até não é um mau blog
- Camila: Adorei suas palavras no post em que você me indicava a estes selos. Talento nunca se desatualiza? Será mesmo? Hahaha! Vou confiar então!

       Fico muito agradecido por este carinho, e espero em breve poder retribuir. O blog está, aos poucos, voltando ao rumo. Quero estar por mais tempo disponível, e tê-los sempre presentes, claro. Depois dessa abordagem tangencial, termino por aqui. ;)

Segunda-feira, Abril 07, 2008

Indignação em Primeira Pessoa

       O que mais tem sido discutido em quase todos os lugares que freqüento é a morte da menina Isabella. Se não é o assunto em pauta, logo alguém surge com um comentário aleatório na conversa que direciona para este tópico.
       Não tenho me sentido à vontade falando sobre isso, principalmente porque não sou ninguém para dar palpite em uma polêmica que cabe à polícia desvendar, não às emissoras de tevê. O que mais me assusta é pensar como a audiência conta pontos a favor de qualquer que seja o assunto. Nunca essa menina seria conhecida e tão aclamada se apenas tivesse passado de ano, ou se tivesse ficado com nota azul na prova de matemática; a imprensa não perderia seu tempo com algo comum – querem sempre o “diferente”.
       Acredito sim que muitos repórteres sentiram-se sensibilizados e até indignados, mas o que estamos vendo diariamente nos noticiários é muito diferente: a morte dessa menina tem sido abordada como uma novela, mas escrita com o sangue da própria garota e com as lágrimas dos familiares, ainda em choque.
       Se cada canal reservasse metade do tempo dedicado a essa tragédia, para falar sobre outros assuntos também muito importantes (que não seja violência, óbvio) e que dizem respeito a todos nós, creio que muitos ou mudariam seus comportamentos, ou seriam tão alienados a ponto de mudar de canal, a procura de algum caso de violência e morte para comentar no dia seguinte com os amigos, e fazer cara de espanto e comoção.
       Falsidade é algo deplorável, e as pessoas, assim como essas emissoras, estão a cada dia aprendendo a fingir que sentem alguma coisa pelas outras. A ambição parece estar sempre em primeiro lugar e notícias a respeito de desastres parecem mesmo custar mais caro no mercado televisivo.

Sábado, Abril 05, 2008

Responsabilidade Embriagada

       Cerca de 2 bilhões de pessoas consomem bebidas alcoólicas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, uma pesquisa da Secretaria Nacional Antidrogas detectou que 12,3% das pessoas entre 12 e 65 anos têm dependência do álcool e 75% já beberam pelo menos uma vez na vida. Um consumo tão desenfreado como este resulta em diversos problemas, como vício, violência e mortes nas estradas.
       Mais de 1000 brasileiros morrem, por ano, vítimas de acidentes causados por excesso de álcool e cerca de 10% de todos os acidentes com vítimas resultam de dirigir com excesso de álcool no sangue. Isso porque a bebida alcoólica dá uma falsa sensação de segurança; causa euforia; diminui o controle muscular e a coordenação; prejudica a habilidade de avaliar velocidades, distâncias; reduz a acuidade visual e a capacidade de lidar com o inesperado. Seu consumo aumenta significativamente em datas comemorativas como Ano Novo e Carnaval, momentos de descontração, divertimento e prazer.
       Muitos cidadãos encontram no alcoolismo, por exemplo, o esquecimento das dificuldades financeiras e familiares, gerando problemas ainda maiores para o lar, já que o consumo de bebidas alcoólicas facilita situações de violência doméstica tanto quanto o de drogas ilícitas. Há, porém, uma diferença básica: o consumo de álcool é mais comum que o de outras substâncias, segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
       O alcoolismo aumenta o risco de desenvolver câncer, hepatite, cirrose, gastrite, úlcera, desnutrição, problemas cardíacos, de pressão arterial e danos cerebrais. Além de efeitos comportamentais, como perda da inibição, alteração do humor, comportamento violento e até suicida, redução da produtividade no trabalho e outros.
       Ainda que o brasileiro tenha condições financeiras para comprar e consumir bebidas alcoólicas, é preciso que tais práticas sejam fiscalizadas, a fim de que acidentes possam ser minimizados, bem como danos à saúde daquele que as consome. O jovem tem estado cada vez mais em contato com tudo aquilo que teoricamente diria respeito ao mundo “adulto” e, portanto, também precisa estar consciente dos riscos da ingestão do álcool, e das punições que estará sujeito em caso de imprudência.